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quarta-feira, 7 de março de 2012

8 DE MARÇO. DIA INTERNACIONAL DA MULHER. PARABÉNS A TODAS.

 

As flores irradiam a glória e a beleza de Deus-Mãe, pois ela caminha sobre a Terra em cada mulher.

Mulher! Todos os grandes senhores te reverenciam no dia de hoje, pois eles nasceram do teu ventre. Mulher! Além de todos os poderes cósmicos, levas dentro de ti a semente sagrada que provê a vida. Tu és o mais belo pensamento de Deus. Teu coração é manancial de sabedoria. De teu íntimo brota a força amorosa que nutre, regenera e ressuscita.

Homem! Neste dia internacional da mulher, lembra-te que podes divinizar-te pela admiração da mulher.

Estás aflito? Recorre à mulher. Ela é o consolo dos aflitos.
Estás enfermo? O toque da mulher é curativo.
Queres descobrir os mistérios da Divindade? Busca compreender o coração da mulher.
Porque quem não reverencia a mulher, fecha as portas à graça e à beleza.

Mulher! Ao olhar-te no espelho, reconhece ali a Mãe Divina! Mira-te nela! Encarna com dignidade os dons femininos de amor, fidelidade, pureza, sensibilidade, compreensão, delicadeza, generosidade, doçura, abnegação, serenidade e o dom de tudo embelezar.

Mulher! Não te deixes corromper pela futilidade e mediocridade do mundo. Aumenta ainda mais tua força, apreendendo as virtudes dos homens, mas nunca os vícios. A regeneração do mundo depende de ti, pois tens o poder de moldar o caráter de um ser, desde o teu ventre e por toda a sua vida.

Podes transformar teu lar num templo da Divina Missão de Amor. Quando defendes tua dignidade, defendes a dignidade de cada ser humano.

Mulher! Rejeita qualquer pensamento ou sentimento de rivalidade, pois isto destrói a unidade das mulheres. Caminha graciosamente, olhando sempre com admiração o teu eterno companheiro, o homem.

Mulher! Neste Dia Internacional da Mulher, dedicado a ti, todos te proclamam como a Senhora da criação e da beleza, e admiram a dádiva que é ser mulher!  





DENGUE: CASO SÉRIO DE SAÚDE PUBLICA - INCOMPETÊNCIA OU NEGLIGÊNCIA?

Há tempos se vem combatendo o Aedes aegypti, vetor do Dengue e Febre amarela Urbana no Brasil. Desde os tempos da extinta SUCAM ( Superintendência de Campanhas de Saúde Pública), autarquia federal, vinculada ao Ministério da Saúde, criada na década de 1970 para combater endemias como a Malária, Esquistossomose, Doença de Chagas, Tracoma, e a Leishmanioses, Febre Amarela e posteriormente, o Dengue. Ná década de 1990, o governo de Fernando Collor de Melo fundiu a SUCAM,  a Fsesp , o DATASUS, o CENEPI E  criou a FNS, que mais tarde passou a ser denominada FUNASA. (Fundação Nacional de Saúde). Enquanto o combate estava a cargo dos servidores da FUNASA, havia uma certa tranquilidade no quadro entomológico e epidemiológico em relação ao Dengue. Isto porque havia um rigoso controle de discplina e de qualidade dos serviços prestados pelos agentes de saúde desse órgão e. não havia ainda a transmissão dos 4 sorotipos do vírus do dengue no Brasil. Com a descentralização das ações da FUNASA, preconizadas no SUS, essas atribuições passaram a ser responsabilidade das secretarias municipais de saúde.Formaram-se equipes mistas em alguns municípios, ou seja, algumas equipes passaram a ser coordenadas por servidores da FUNASA e os agentes de saúde eram contratados pela Prefeitura. Com o tempo, os servidores da FUNASA  foram cedendo seus lugares de coordenação ou foram remanejados, a pedido próprio ou por perseguição dentro das secretarias municipais de saúde. Nesse interim, a qualidade dos trabalhos foram se deteriorando. Não que seja totalmente pela ausência dos técnicos da FUNASA,  mas pela intransigência dos gerentes municipais que persistiam em não acatar fielmente as orientações técnicas preconizadas nos manuais e portarias técnicas da FUNASA e Ministério da Saúde. Não se consegue deter um vetor hábil como o Ades aegypti se os agentes de saúde forem desviados para outras funções dentro do horário de trabalho no qual deveriam estar em vigilância constante ao transmissor do Dengue e Febre Amarela. Raras as excessões em que um ou outro município conseguiu realizar 6 Pesquisas Larvárias e 6 tratamentos focais, quantitativo de atividades preconizadas como suficentes para o controle do Aedes aegypti durante um ano. Quando havia cortes de pessoal, o programa de controle do dengue era o que mais sofria baixas. Fora isso, ainda há que citar os desvios de funções. Servidores contratados ou concursados como agentes de saúde pediam aos padrinhos políticos ou apresentavam atestados médicos para se afastarem das atividades de combate ao dengue. Anos a fio e essa novela teve vários capítulos que pareciam não ter fim. Milhões de Reais são gastos anualmente pelos governos para o combate ao Aedes aegypti. Entre esses milhões estão previstos gastos com publicidade, veículos e equipamentos, pesticidades e cursos de capacitação e aperfeiçoamento de pessoal e salários. E por falar 


Cartazes e folders como esse são caríssimos.




nisso, se publicidade resolvesse, no Brasil não haveria mais o mosquito do Dengue e outros vetores. O que se gasta com publicidade hoje é simplesmente exorbitante. E para quê? São cartazes e folders com alta qualidade. e quase sempre, cartazes e folders vão acabar jogados nas lixeiras, terrenos baldios ou nas ruas mesmo. No lugar de priorizar os donos de gráficas, o s governos deveriam fazer uma melhoria nas verbas destinadas ao pagamento dos salários dos Agentes de Controle de Endemias. Hoje, 2012, ainda vemos que vários esforços vem sendo feitos pelo governos para controlar a doença. Várias técnicas novas sendo utilizadas, equipamentos e pesticidas trocados periodicamente, veículos novos adquiridos, pessoal contratado e o problema persiste, e sempre oferecendo um risco  iminente de uma epidemia de grandes proporções. Onde está o erro? Claro que também não temos a resposta para tal interrogação. Todavia, foram apontados acima alguns problemas que provavelmente podem ter contribuídos  substancialmente para que o dengue se tornasse uma doença que coloca em risco a segurança da saúde de todo um país.  Há mais que se relatar sobre os problemas que as autoridades de Saúde Pública tem que resolver se obter êxito dentro do se chama controle da doença e de seu transmissor. É preciso, entre outras coisas que haja maior controle das verbas destinadas às prefeituras, bem como os desvios de equipamentos e veículos de uso exclusivo do Programa Nacional de Controle do Dengue (PNCD). Maior rigor com a inadimplência dos gestores que não cumprem as metas preconizadas dentro do convênio entre as Secretaria estaduais de Saúde e o Ministério da Saúde. Deve ser colocada também em pauta a questão da qualidade dos trabalhos dos agentes de saúde municipais. Um agente de saúde para iniciar as visitas aos imóveis no combate ao dengue deve ter capacitação técnica adequada, ministrada por um instrutor com pleno conhecimento técnico de todas as operações previstas no PNCD. Há tempos atrás, um agente bem treinado possuía um preparo técnico, como saber o porquê se capturam 10 larvas por tubitos, diferenciar as três espécies de larvas mais conhecidas a olho nu, ou seja, Aedes, Anófeles e Culex.  Contudo, isso não vem acontecendo na maioria das prefeituras. Sabemos que um profssional graduado em Veterinária, Enfermagem, Biologia ou outras formações acadêmicas tem facilidade de absorver os conhecimentos teóricos sobre o combate ao Aede aegypti. Entretanto, a maioria desses profissionais estão dentro de uma coordenadoria ou gerência, não tendo muito contato com as atividades de campo. Para terem condições de serem instrutores com tais conhecimentos técnicos de operações de campo, esses profissionais devem ser submetidos a treinamento de visita nos imóveis, juntamente com técnicos que já possuem tal preparo. Mesmo que, esses com mais preparo sejam servidores subalternos. Infelizmente, essa prática quase nunca acontece ou acontecerá. Os profissionais graduados em academias creem que tal procedimento é constragedor.Por fim, ressaltamos a negligência ou incompetência de alguns agentes de saúde durante a jornada diária de trabalho. na maioria das prefeituras, os agentes fazem um jornada de 8 horas diárias. Nem sempre esses agentes conseguem realizar o quantitativo médio de 25 a 30  imóveis visitados. Esse número de visitas é preconizado pelo Ministério da Saúde como uma meta razoável para se cumprir 6 pesquisas larvárias e 6 tratamentos focais durante um ano. Durante uma jornada de 8 horas de trabalho, calcula-se uma perda diária de aproximadamente 2 horas. Entre a chegada ao local de trabalho, o preparo de materiais necessários ao trabalho de um dia, o deslocamento do agente até o bairro de trabalho, o retorno do almoço e o encerramento do expediente. Lamentavelmente, isso não é levado em conta e essa perda diária muitas vezes supera as 2 horas diárias, comprometendo toda a jornada diária e consequentemente, a qualidade do trabalho dos agentes de saúde dentro dos imóveis. Claro, para realizarem a produção média de 25 a 30 imóveis visitados, havendo mais perda de tempo, o trabalho de inspeção perde na qualidade técnica, deixando de lado a qualidade, visando a quantidade.Outro problema de que sofre de falta de qualidade é o conhecimento técnico dos supervisores gerais e de equipes. Dificilmente se encontra algum que saiba o que fazer com os números que aparecem nos relatórios de campo, boletins de pesquisa larvária e de tratamento focal. Há muitos supervisores que não sabem ou não conhecem os métodos de cálculos de Infestação Predial, dispersão, densidade larvária, ìndice de Breteau.Esses cálculos são indicadores das ações a serem tomadas nos bairros. Voltando à qualidade trabalho dos agentes de saúde, é comum se ouvir no momento da visita ao imóvel algumas perguntas feitas por eles, como essas três: Tem algum vaso de flor ou vasilha com água dentro da casa? A caixa d'água é tapada? Tem uma fichinha de papel pregada atrás da porta do banheiro ou do cozinha? Ora, três perguntas desnecessárias, pois quando os agentes de saúde são contratados, eles são, ou pelo menos recomenda-se, que sejam devidamente capacitados para efeturam uma vistoria no imóvel, solicitando apenas que o proprietário o acompanhe, no quintal e dentro da casa. Na maioria das vezes, os agentes de saúde alegam fazerem tais perguntas para evitar que haja necessidade de percorrem todo o inteiror da casa. Isso não vale como alegação. Lógico que, ao entrar na casa, sendo um estranho, o agente por força do trabalho deve percorrer todo o quintal e o interior da casa. Há o constrangimento por parte do proprietário, que vê sua privacidade ser quebrada e, do agente por estar se sentindo um intruso. Lógico que o proprietário do imóvel com muita simpatia  irá responder prontamente às perguntas do agente, até mesmo para evitar que este entre no inteirior de sua casa. Infelizmente, agindo assim alguns agentes deixam para trás alguns recipientes que o dono do imóvel disse não ter água ou se esqueceu que estavam com água. É nessa situação que o Aedes aegypti ganha tempo e espaço para aumentar a sua infestação na cidade.Uma questão de vital importância também é a valorização dos Agentes de Controle de Endemais, com mais veículos e melhores salários. Encerrando, para se atingir um controle ideal sobre a doença e seu transmissor, o Aedes aegypti, há que se levar em conta a questão da aplicação da Lei 12.305, Política Nacional de Resíduos Sólidos.  Sem a efetiva adesão dos municíos brasileiros, sem a extinçao total dos lixões oficiais e clandestinos, não haverá muito êxito no controle do Dengue. Isto é notório e amplamente necessário. Não dá para ficar protelando prazos para as prefeituras se adequarem à lei. Lógico que os prefeitos alegam não terem recursos orçamentários para a implantação definitva da coleta seletiva de resíduos sólidos, da construção de aterros sanitários e usinas e triagem e compostagem. Sabe-se que procedem tais alegações. Porém, é totalmente possível que os Governos, Federal e Estaduais possam subsidiar os municípios em tais empreendimentos.    

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Não deixe um traficante adotar seu filho


Resolvi postar esse texto aqui porque hoje, terça-feira, 28 de fevereiro de 2012, ao passar pela área da feira livre de Coronel Fabriciano, atrás da Rodoviária Velha, me deparei com uma cena deprimente. vi duas adolescente, que deveriam ter no máximo uns 13 anos de idade cada. Vestidas com camisetas em trapos e bernudas, fumando crack. Como se isso já não fosse o bastante, uma delas está grávida. Pelo aspecto e tamanho da barriga, a gestação deve está por volta de 7 meses. Claro, qualquer um em sã consciência fica chocado e não tem como ficar indiferente. Mas, como fazer uma abordagem em jovens usuários de drogas num momento desse? Ficamos claro, receiosos de parar e tentar conversar. Infelizmente, porque, em várias cidades e, Coronel Fabriciano não é uma excessão, várias dessas meninas estão sob o poder dos narco-traficantes. Sem a presença de autoridades competentes e especializadas nesse assunto, o melhor que fazemos é olhar, ficar chocados e ir embora. Verdade, mas é lamentável.  

A PREVENÇÃO COMEÇA NA FAMÍLIA: Aqui vão algumas sugestões para ajudar a "fazer a guerra" contra o uso das drogas:

DIÁLOGO: Ache tempo para conversas e consultas sobre qualquer assunto.

AFETO: Abrace, beije e incentive os filhos, mesmo em público. Manifestações de carinho são sempre bem-vindas.

PREVENÇÃO: Explique sempre aos filhos quais são os riscos do uso de drogas.

REGRAS CLARAS: Imponha limites. Quando fizer alguma proibição, não deixe dúvidas sobre suas razões.

AGREGAÇÃO:Faça com que o ambiente familiar seja atrativo e aconchegante. Isso reduz a influência negativa que pode vir de outros grupos.

PARTICIPAÇÃO: Tome decisões em conjunto. Assim todos percebem que suas opiniões e pontos de vista são respeitados.

AUTONOMIA: Incentive a responsabilidade de cada um. Mais autonomia significa maior capacidade de decisão. Aprender tudo sobre o assunto. Quanto mais se souber, mais se entenderá quanto mal pode fazer. Quando não matam, elas podem arruinar a vida, prejudicando a performance na escola, tornando a pessoa doente fisicamente e mudando sua personalidade.Procurar resistir à influência negativa dos colegas, trocando de amigos, mudando o círculo de amizades. Tentar envolver-se em atividades onde se encontrem novas pessoas, em que se tem a impressão de estar bem consigo mesmo e em se adquira a confiança necessária para viver livre das drogas.Conversar, de forma construtiva, e não crítica, com os pais, filhos, amigos e professores. Ao mesmo tempo, ter sempre definidas regras firmes e limites sobre drogas, bebidas e outros comportamentos que se julgue particularmente inaceitáveis.Passar um tempo, durante a semana, em família, procurando aproveitá-lo de maneira mais agradável, produtiva e criativa possível, com atividades de qualidade.O conceito principal que se deve ter é o de não começar a usar drogas. A melhor forma de evitar problemas e não experimentar. A dependência pode ser conseqüência de fatores tais como: genética, personalidade, meio ambiente e relações sociais, além de atingir qualquer pessoa, independente de idade, classe social, credo ou cor. É impossível detectar se uma pessoa tem ou não tendência a se tornar dependente. Portanto, se tantos fatores fazem-nos correr riscos que nos conduzem à dependência, o ideal é evitar a primeira dose. Dizer "sim" ou "não" às drogas é uma opção de cada um, pois é a escolha de um caminho de vida. Ninguém pode decidir por outra pessoa, tendo-se, portanto que assumir a responsabilidade pelas atitudes tomadas. 

ESPORTES: Incentive a prática de esportes.

RELIGIÃO: Frequentar uma religião é um ato saudável, altamente benéfico para os jovens. Introduz uma nova perspectiva de conhecer novas e interessantes pessoas. 

O PIOR CEGO É AQUELE QUE NÃO QUER VER!NÃO SEJA UM PAI AUSENTE, PARTICIPE, ENSINE, CORRIJA E AME SEU FILHO. 

PAISAGENS DAS GERAIS

 Nesta postagem, selecionei algumas fotos de belas paisagens e lugarejos de municípios por onde passei trabalhando como funcionário da extinta SUCAM (Superintendência de Campanhas de Saúde Pública), do Ministério da Saúde, hoje, denominada de FUNASA ( Fundação Nacional de Saúde). As atividades eram do PCDCH (Programa de Controle da Doença de Chagas), a partir do ano de 1983 e, posteriormente, no PCFAD ( Programa de Controle da Febre Amarela e Dengue), a partir do ano de 1986, respectivamente. 
Padre Paraíso - MG




Nanuque - MG


Almenara - MG


Virginópolis - MG


São José do Jacuri - MG


São José do Divino - MG


Setubinha - MG


Senhora do Porto - MG


São Pedro do Suaçuí- MG


RPPN -  Feliciano Miguel Abdala - Caratinga- MG


Resplendor - MG


Pescador - MG


Peçanha - MG


Pavão - MG


Patos de Minas - MG


Ouro Verde de Minas - MG


Novo Oriente de Minas - MG


Nova Módica - MG 


Nova Itueta - MG


Mendes Pimentel - MG


Mathias Lobato - MG


Lagoa de Santo Aleixo- Franciscópolis - MG


Jequitinhonha - MG


Jampruca - MG


Itinga- MG


Itaobim - MG

Itambacuri - MG


Itaipé- MG


Guanhães - MG


Frei Inocêncio - MG




Frei Gaspar - MG


Peçanha - MG


Dores de Guanhães- MG




Central de Minas - MG


Catují - MG


Carmésia - MG


Carlos Chagas - MG


Campanário - MG


Raul Soares - Mg


Rio Jequitinhonha- Araçuaí - MG


Marliéria - MG


Águas Formosas  -MG


Cachoeira Córrego Timirim- S. José dos Cocais - Cel. Fabriciano - MG


Lagoa Bispo Dom Helvécio - Parque Estadual do Rio Doce
  


Malacacheta - MG


Poté - MG 




Itabirinha de Mantena- MG


Pico do Ibituruna- Gov. Valadares - MG

Rio Jequitinhonha- Jequitinhonha - MG

Represa do Turvo - Mantena - MG

Jaguaritira - Malacacheta - MG

Junco de Minas- Malacacheta - MG

Rio Mucuri- Teófilo Otoni - MG