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sábado, 4 de fevereiro de 2012

Comissão da Verdade e as Ditaduras no Brasil


Como funcionará a Comissão da Verdade:
Após quase dois anos de polêmicas e negociações, a Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (21) a criação da Comissão Nacional da Verdade, que pretende esclarecer violações de direitos humanos ocorridas entre 1946 e 1988.
Desde que foi proposto, no entanto, o texto que cria a comissão foi alterado em vários pontos, principalmente para atender às queixas de militares. Eles temiam que a comissão ferisse a Lei da Anistia, que impede a responsabilização penal por crimes políticos ocorridos durante a ditadura militar (1964-1985), e exigiam que a comissão também tratasse de organizações de esquerda que aderiram à luta armada.
Nosso comentário: Durante o Governo de Getúlio Vargas, também conhecido como o pai dos pobres - na verdade, esteve mais para mãe dos ricos, houve muitas perseguições políticas, casos de prisões arbitrárias entre outros crimes com a vida humana. Já na Ditadura militar que se iniciou em 31 de março de 1964, já mais experientes, os Militares, tanto das Forças Armadas, quanto os das polícias, implantaram um verdadeiro período do terror e da corrupção.
A BBC Brasil preparou uma série de perguntas e respostas sobre a comissão.
Nosso comentário: as grandes redes de rádio e TV, jornais e outros meio de comunicação do mundo, aliados ao bloco capitalismo liderado pelos EUA, se tem alguma pergunta a fazer, devem fazê-lo muito com uma certa cautela, é lógico. Raras as exceções de órgãos da mídia desses dois períodos, o governo Vargas e a Ditadura Militar de 1964, que não apoiaram os golpes e regimes ditatoriais nas Américas Central e Latina, temendo a ascensão do nazi-fascismo e do comunismo, respectivamente.
Quais serão as atribuições da Comissão da Verdade? 
A comissão terá como finalidade "examinar e esclarecer as graves violações de direitos humanos" praticadas entre 1946 e 1988, "a fim de efetivar o direito à memória e à verdade histórica e promover a reconciliação nacional".
Para isso, a comissão deverá analisar casos de torturas, mortes, desaparecimentos forçados, ocultação de cadáveres, ainda que ocorridos no exterior. Também deverá identificar e tornar públicos as estruturas, os locais, as instituições e as circunstâncias relacionados à prática de violações de direitos humanos, assim como suas eventuais ramificações nos aparelhos estatais e na sociedade.
A comissão deverá ainda encaminhar aos órgãos públicos competentes todas as informações que possam auxiliar na localização e identificação de corpos e restos mortais dos 140 desaparecidos políticos do período.
A Comissão terá o poder de punir ou recomendar que acusados de violações sejam punidos? 
Não. Em abril de 2010, instado por ação da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), o Supremo Tribunal Federal decidiu por sete votos a dois que a Lei da Anistia, de 1979, não deveria ser alterada para possibilitar a responsabilização penal dos indivíduos envolvidos em crimes como a tortura – ou como em ataques terroristas, no caso dos adeptos da luta armada.
A decisão enterrou a possibilidade de que a Comissão da Verdade tivesse qualquer poder punitivo.
Quais foram as mudanças na comissão aprovada em relação à proposta anterior, apresentada em 2010?
A proposta anterior fazia menção à "repressão política", expressão retirada do novo texto. Diferentemente da versão de 2010, a atual prevê o "exame" (e não mais a "apuração") de violações aos direitos humanos.
O período analisado pela comissão também foi alterado: em vez de englobar apenas o regime militar (1964-1985), o grupo tratará dos fatos ocorridos entre 1946 e 1988.
Nosso comentário: Em 1979,  foi aprovada no Brasil a lei da Anistia. Infelizmente, essa lei foi aprovada com vários artigos, os quais protegiam os criminosos do Regime Militar. Há pouco tempo, fora pedido que seu texto fosse alterado para se investigar, prender, julgar e os mandantes e mandados por crimes cometidos durante o Regime Militar. Todavia, ao Judiciário brasileiro não importa o quão sofreram e até hoje sofrem, as famílias de pessoas desaparecidas durante esse período negro de nossa História. Para o STF, é possível que as vítimas acabem esquecendo toda a barbárie cometida em nome do Regime Militar, haja visto que, aqui no Brasil tem-se o costume de colocar panos quentes em tudo e aguardar que o povo perdoe até os mais bárbaros crimes contra a vida?
Quem integrará a comissão? 
A comissão terá sete membros nomeados pela presidente Dilma Rousseff "de reconhecida idoneidade e conduta ética, identificados com a defesa da democracia e institucionalidade constitucional, bem como com o respeito aos direitos humanos".
Como a comissão atuará? 
Os integrantes terão acesso a todos os arquivos do poder público sobre o período e poderão convocar vítimas ou acusados de violações para depoimentos, ainda que convocação não tenha caráter obrigatório.
Ao fim de dois anos, prazo de atuação do grupo, a comissão poderá publicar um relatório com seus principais achados.
O grupo não terá, todavia, a obrigação de divulgar tudo o que descobrir. Caso elabore uma lista com nomes de torturadores, por exemplo, a comissão pode optar por encaminhá-la somente à presidente e ao ministro da Defesa.
Quais as principais críticas à comissão? 
Ativistas que defendem a investigação de crimes cometidos durante a ditadura afirmam que, sem o poder de punir, a comissão não colaborá para que se faça justiça.
Dizem ainda que o longo período contemplado pela comissão impedirá uma análise aprofundada da época em que houve mais violações, a ditadura militar.
Já alguns militares e policiais temem que o grupo não dê o devido peso aos crimes cometidos por organizações esquerdistas e se queixam por não terem representantes na comissão.
Eles ainda afirmam que os trabalhos podem "reabrir feridas" na sociedade brasileira.
Para alguns analistas, a comissão disporá de prazo muito curto (dois anos) e terá poucos integrantes para concluir seu trabalho de forma satisfatória.
O modelo já foi testado em outros países? 
Sim. Segundo pesquisa de Simone Rodrigues Pinto, professora da Universidade de Brasília, desde 1974, mais de 20 comissões semelhantes foram criadas no mundo todo. Na África do Sul, a comissão ajudou a esclarecer violações de direitos humanos ocorridas sob o regime do apartheid.
Também foram instaladas comissões em nações sul-americanas como Argentina, Chile e Peru – nesses países, no entanto, alguns militares, policiais e até ex-presidentes foram presos após os trabalhos.
Nota: Esse texto foi retirado da página do IG


"...alguns militares e policiais temem que o grupo não dê o devido peso aos crimes cometidos por organizações esquerdistas e se queixam por não terem representantes na comissão".


Nosso comentário: Este trecho foi cuidadosamente separado por conter uma citação importante. O receio de militares quanto às organizações esquerdistas. É óbvio que os militares devem temer o depoimento de integrantes de organizações esquerdistas. Eles, os militares, das Forças Armadas e Polícias, governaram o Brasil com mãos de ferro. Cometeram todas as atrocidades possíveis e impossíveis. Arrasaram com as esperanças de famílias inteiras de reverem entes queridos. Foram tão eficazes nas torturas, que exportaram o conhecimento sobre métodos de tortura a vários países. Deixaram um legado de truculência e desacato ao cidadão aos futuros integrantes das Forças Armadas e Polícias Militares e Civis do Brasil.    

Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/dilma-e-lula-tentam-atrair-fhc-para-compor-comissao-da-verdade/n1597613496822.html - Acesso em 04 de fevereiro de 2012.


Conclusão


Dos males, o menor. É um ganho muito grande a criação da Comissão da Verdade. Pelo menos, muitos que hoje, mesmo não tendo vivido e presenciado atos de violência praticados pelos militares em geral, mas que abrem a boca para dizer sonoramente que no Brasil deveria voltar a Ditadura, passarão esses a conhecer mais da sujeira que fora colocada debaixo do tapete da vergonha.  Quem crer que o país está mal e deveria voltar aos tempos da truculência, não sabe o que está dizendo e nem sendo um inimigo, desejaria que passasse por esses maus bocados.  Vejam algumas formas de tortura utilizados pelo regime militar: 



Cadeira do dragão
Cadeira do dragão
Nessa espécie de cadeira elétrica, os presos sentavam pelados numa cadeira revestida de zinco ligada a terminais elétricos. Quando o aparelho era ligado na eletricidade, o zinco transmitia choques a todo o corpo. Muitas vezes, os torturadores enfiavam na cabeça da vítima um balde de metal, onde também eram aplicados choques. 

Pau-de-arara
Pau-de-arara
É uma das mais antigas formas de tortura usadas no Brasil - já existia nos tempos da escravidão. Com uma barra de ferro atravessada entre os punhos e os joelhos, o preso ficava pelado, amarrado e pendurado a cerca de 20 centímetros do chão. Nessa posição que causa dores atrozes no corpo, o preso sofria com choques, pancadas e queimaduras com cigarros. 
Choques elétricos
Choques elétricos
As máquinas usadas nessa tortura eram chamadas de "pimentinha" ou "maricota". Elas geravam choques que aumentavam quando a manivela era girada rapidamente pelo torturador. A descarga elétrica causava queimaduras e convulsões - muitas vezes, seu efeito fazia o preso morder violentamente a própria língua.

Espancamentos
Espancamentos
Vários tipos de agressões físicas eram combinados às outras formas de tortura. Um dos mais cruéis era o popular "telefone". Com as duas mãos em forma de concha, o torturador dava tapas ao mesmo tempo contra os dois ouvidos do preso. A técnica era tão brutal que podia romper os tímpanos do acusado e provocar surdez permanente.

Soro da verdade
Soro da verdade
O tal soro é o pentotal sódico, uma droga injetável que provoca na vítima um estado de sonolência e reduz as barreiras inibitórias. Sob seu efeito, a pessoa poderia falar coisas que normalmente não contaria - daí o nome "soro da verdade" e seu uso na busca de informações dos presos. Mas seu efeito é pouco confiável e a droga pode até matar. 

Afogamentos
Afogamento
Os torturadores fechavam as narinas do preso e colocavam uma mangueira ou um tubo de borracha dentro da boca do acusado para obrigá-lo a engolir água. Outro método era mergulhar a cabeça do torturado num balde, tanque ou tambor cheio de água, forçando sua nuca para baixo até o limite do afogamento. 







Geladeira
Geladeira

Os presos ficavam pelados numa cela baixa e pequena, que os impedia de ficar de pé. Depois, os torturadores alternavam um sistema de refrigeração superfrio e um sistema de aquecimento que produzia calor insuportável, enquanto alto-falantes emitiam sons irritantes. Os presos ficavam na "geladeira" por vários dias, sem água ou comida. 


ASSÉDIO MORAL, SEGUNDO A OIT (ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DO TRABALHO)


O que é humilhação?
Conceito: É um sentimento de ser ofendido/a, menosprezado/a, rebaixado/a, inferiorizado/a, submetido/a, vexado/a, constrangido/a e ultrajado/a pelo outro/a. É sentir-se um ninguém, sem valor, inútil. Magoado/a, revoltado/a, perturbado/a, mortificado/a, traído/a, envergonhado/a, indignado/a e com raiva. A humilhação causa dor, tristeza e sofrimento.
E o que é assédio moral no trabalho?
É a exposição dos trabalhadores e trabalhadoras a situações humilhantes e constrangedoras,repetitivas e prolongadas durante a jornada de trabalho e no exercício de suas funções, sendo mais comuns em relações hierárquicas autoritárias e assimétricas, em que predominam condutas negativas, relações desumanas e aéticas de longa duração, de um ou mais chefes dirigida a um ou mais subordinado(s), desestabilizando a relação da vítima com o ambiente de trabalho e a organização, forçando-o a desistir do emprego.
Caracteriza-se pela degradação deliberada das condições de trabalho em que prevalecem atitudes e condutas negativas dos chefes em relação a seus subordinados, constituindo uma experiência subjetiva que acarreta prejuízos práticos e emocionais para o trabalhador e a organização. A vítima escolhida é isolada do grupo sem explicações, passando a ser hostilizada, ridicularizada, inferiorizada, culpabilizada e desacreditada diante dos pares.Estes, por medo do desemprego e a vergonha de serem também humilhados associado ao estímulo constante à competitividade, rompem os laços afetivos com a vítima e, freqüentemente, reproduzem e reatualizam ações e atos do agressor no ambiente de trabalho, instaurando o ’pacto da tolerância e do silêncio’ no coletivo, enquanto a vitima vai gradativamente se desestabilizando e fragilizando, ’perdendo’ sua auto-estima.
Em resumo: um ato isolado de humilhação não é assédio moral. Este, pressupõe:
  1. repetição sistemática
  2. intencionalidade (forçar o outro a abrir mão do emprego)
  3. direcionalidade (uma pessoa do grupo é escolhida como bode expiatório)
  4. temporalidade (durante a jornada, por dias e meses)
  5. degradação deliberada das condições de trabalho
Entretanto, quer seja um ato ou a repetição deste ato, devemos combater firmemente por constituir uma violência psicológica, causando danos à saúde física e mental, não somente daquele que é excluído, mas de todo o coletivo que testemunha esses atos.
O desabrochar do individualismo reafirma o perfil do ’novo’ trabalhador: ’autônomo, flexível’, capaz, competitivo, criativo, agressivo, qualificado e empregável. Estas habilidades o qualificam para a demanda do mercado que procura a excelência e saúde perfeita. Estar ’apto’ significa responsabilizar os trabalhadores pela formação/qualificação e culpabilizá-los pelo desemprego, aumento da pobreza urbana e miséria, desfocando a realidade e impondo aos trabalhadores um sofrimento perverso.
A humilhação repetitiva e de longa duração interfere na vida do trabalhador e trabalhadora de modo direto, comprometendo sua identidade, dignidade e relações afetivas e sociais, ocasionando graves danos à saúde física e mental*, que podem evoluir para a incapacidade laborativa, desemprego ou mesmo a morte, constituindo um risco invisível, porém concreto, nas relações e condições de trabalho.
A violência moral no trabalho constitui um fenômeno internacional segundo levantamento recente da Organização Internacional do Trabalho (OIT) com diversos paises desenvolvidos. A pesquisa aponta para distúrbios da saúde mental relacionado com as condições de trabalho em países como Finlândia, Alemanha, Reino Unido, Polônia e Estados Unidos. As perspectivas são sombrias para as duas próximas décadas, pois segundo a OIT e Organização Mundial da Saúde, estas serão as décadas do ’mal estar na globalização", onde predominará depressões, angustias e outros danos psíquicos, relacionados com as novas políticas de gestão na organização de trabalho e que estão vinculadas as políticas neoliberais.
(*) ver texto da OIT sobre o assunto no link:http://www.ilo.org/public/spanish/bureau/inf/pr/2000/37.htm
Fonte: BARRETO, M. Uma jornada de humilhações. São Paulo: Fapesp; PUC, 2000.

DISPONÍVEL EM; 
http://www.assediomoral.org/spip.php?article1 

O assédio moral, em geral, ocasiona o que o Código Pena Brasileiro classifica como:DANOS MORAIS


DANOS MORAIS: A injúria é a ofensa na dignidade ou no decoro de alguém, a calúnia é a imputação a alguém de fato previsto como crime, e a difamação é a imputação a alguém de fato ofensivo à sua reputação. A responsabilidade criminal seria definida nos termos ali estabelecidos.

Fonte: MANDALOZZO, Silvana Souza Netto. DANO MORAL NO DIREITO DO TRABALHO.disponível em: http://www.uepg.br/rj/a1v1at06.htm. acesso em 04 de fevereiro de 2012. 

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Frases no Pensador Uol

"Se você tem a consciência tranquila, encerre seu expediente, deixe a salvação do mundo para o próximo dia. Aperte o botão off e durma o sono dos justos sem medo de ser feliz" 


Essas e outras se encontram na Minha Coleção, na página do Pensador Uol.


Acessem por esse link: 


http://pensador.uol.com.br/colecao/professorjvcaldas/  

Novo Código Florestal: A sociedade é quem deve propor essa lei.

Durante o evento FST - Fórum Social Temático 2012, 
considerado como preparatório para a Rio +20, Conferência sobre Desenvolvimento Sustentável da ONU,  realizado na cidade de Porto Alegre- RS, as alterações propostas ao Código Florestal foram duramente criticadas. e com toda razão. Para início de conversa, tendo artigos tão polêmicos em seu texto, para se realizar uma mudança drástica, deveria se convocar audiências públicas. Chamarr a sociedade, maior interessada nessa lei e nos possíveis impactos positivos ou negativos que dela podem surgir, os Movimentos Sociais, de todas as áreas de interesse e atuação, as empresas públicas e privadas, os todos os setores da agricultura, sejam os grandes produtores, até a agricultura familiar.  Toda a lei, principalmente uma do setor ambiental, que pode gerar mudanças consideráveis na economia, no comportamento social, depredação do patrimônio público, entre outros, deve por excelência e respeito ao cidadão e contribuinte, passar pelo crivo e aprovação por audiência pública. As mudanças propostas ao Código Florestal Brasileiro poderão trazer grandes impactos econômicos, sociais e ambientais, não só à mata Atlântica, mas em todos os biomas do país. Cientistas, ambientalistas, ONGs e outros segmentos dizem que tais mudanças não serão consideradas como leis ambientais e sim, a criação de um código agrícola, criado para atender às necessidades dos ruralistas e sua imensurável incompetência de adequar o agronegócio a um modelo sustentável. 

Esperamos que a presidente Dilma, embora pressionada, de um lado, pelas lideranças políticas aliadas ao Governo, de outro, pela sociedade e suas promessas do segundo turno, acabe vetando o texto, caso ele seja aprovado tal qual o foi pelo Senado. Não podemos permitir que uma lei dessa natureza passe. Seria um retrocesso enorme, há tempos não visto dentro das políticas públicas de preservação ambiental.  Concluindo, da forma como está, o texto do novo Código Florestal não atende às necessidades da preservação do bioma brasileiro, em nenhum aspecto. O ideal é elaborar um novo código a partir da sociedade como um todo. Afinal, uma lei ambiental para ser sustentável, deve ser também democrática. Uma nova discussão, a partir das Câmaras Municipais, Secretarias Municipais de Meio Ambiente, Conferências Municipais, Conselhos Municipais do Meio Ambiente, seria o canal mais democrático, legal e legítimo para a elaboração de um Novo Código Florestal Brasileiro.
  


Informação: um dia nacional de luta em defesa do Código Florestal será realizado em 6 de fevereiro, aproveitando atos marcados em defesa dos pescadores para  garantir grandes mobilizações nos estados. Em frente às Assembleias Legislativas fazer um barulho para ser ouvido em Brasília. Ficar apenas curtindo no Facebook não resolve. 
(Mário Mantovani - Coordenador da organização SOS Mata Atlântica) 


terça-feira, 31 de janeiro de 2012

PIADAS DIVERSAS


CORTINAS

Uma loira entra numa loja de cortinas e diz para o empregado 

- Por favor, eu queria umas cortinas para o monitor do meu computador!
O empregado, espantado, diz:
- Mas, minha senhora, os monitores não necessitam de cortinas. Diz a
loira,com ar de espertalhona:
- Helloooooooooooooooo?!?!?!?!......... Eu tenho o Windows!!!!!!!



A TRAIÇÃO

Uma loira está preocupada, pois acha que o seu marido está tendo um caso.
Vai até uma loja de armas e compra um revólver.
No dia seguinte, ela volta para casa e encontra o seu marido na cama, com
uma ruiva espectacular.
Ela aponta a arma para a própria cabeça. O marido pula da cama, implora e
suplica para que ela não se mate.
Aos berros, a loira responde:
- Cala a boca, cretino...Você é o próximo!



A TORCIDA

A loura estava tentando tirar a tampa da Coca-cola e não conseguia.
- Que inferno!
O dono do bar explicou:
- Você tem que torcer.
E a loura, batendo palmas:
- Vamos Tam-pi-nha! Vamos Tam-pi-nha! 



A LOIRA NO ZOOLÓGICO!!!

Ao chegar perto da jaula do Leão, ela viu uma placa:
CUIDADO COM O LEÃO!
Mais à frente, outra jaula, outra placa:
CUIDADO COM O TIGRE!
Mais à frente:
CUIDADO COM O URSO!
Depois chega a uma jaula que está vazia e lê:
CUIDADO: TINTA FRESCA!
Desesperada, a loira corre aos gritos:
- O TINTA FRESCA FUGIU! O TINTA FRESCA FUGIU!!!! 





quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Uma charge para refletir


Feira Orgânica é inaugurada em Coronel Fabriciano


Neste domingo (22), Coronel Fabriciano inaugurou uma nova feira livre, com o apoio da Secretaria de Turismo e Desenvolvimento Econômico da Prefeitura e do Conselho Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional (Comsea).  Instalada no Centro Social Urbano do Bairro Floresta, a feira de produtos orgânicos funcionará sempre aos domingos, a partir das 8h. Os legumes, frutas e hortaliças sem agrotóxicos são produzidos e comercializados por agricultores da Serra dos Cocais. A Feira Orgânica Popular acontece junto à feira de alimentos e artesanato que já é realizada no Floresta desde o final do ano passado.

Ao todo são 25 barracas com produtos diferentes. Para melhor organização, a feira foi dividida em três temas: Produtos Orgânicos, Alimentação e Arte & Artesanato. “Isso facilita muito para o visitante”, destaca o secretário de Turismo e Desenvolvimento Econômico, Bruno Torres. Além da qualidade dos produtos orgânicos e do artesanato, a culinária típica de Fabriciano é um dos pontos altos da feira. “Há barracas com vários tipos de petiscos. Do pastel de feira ao macarrão na chapa, além do tropeiro com arroz e suã, e outros pratos”, comenta o secretário.

 A Feira Orgânica Popular foi formalizada graças a um convênio firmado entre a Prefeitura e o Ministério do Desenvolvimento e Combate à Fome. Todas as barracas têm tamanho e visual padronizados. Os agricultores também ganharam balanças para auxiliar na venda dos produtos, luvas higiênicas e vestimentas como camisa, avental e boné. Com a criação da Feira Orgânica Popular, 50 produtores foram preparados para manipular e comercializar as hortaliças e frutas. Eles participaram de cursos de manipulação de alimentos, associativismo, comercialização e marketing. 

Fonte: Jornal Vale do Aço. Acesso em 26/12/2012